{"id":1082,"date":"2017-03-23T05:00:31","date_gmt":"2017-03-23T08:00:31","guid":{"rendered":"http:\/\/cfcontabil.com\/cf\/?p=1082"},"modified":"2017-03-23T05:00:31","modified_gmt":"2017-03-23T08:00:31","slug":"temer-queria-simplificar-impostos-agora-pensa-em-aumenta-los","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cfcontabil.com\/cf\/temer-queria-simplificar-impostos-agora-pensa-em-aumenta-los\/","title":{"rendered":"Temer queria simplificar impostos. Agora pensa em aument\u00e1-los"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong> &#8220;Se o governo quer fazer via medida provis\u00f3ria, \u00e9 porque vem aumento\u201d, diz diretor da Fenacon<\/strong><\/p>\n<p>O governo Temer parecia disposto a simplificar o pagamento de impostos, sem mexer &#8211; para mais nem para menos &#8211; na carga tribut\u00e1ria. A ideia era fazer uma \u201creforma fatiada\u201d, via medidas provis\u00f3rias, come\u00e7ando pelo PIS e em seguida mexendo na Cofins, contribui\u00e7\u00f5es que respondem por 80% do contencioso de tributos federais. Mas uma derrota no Supremo Tribunal Federal (STF) for\u00e7ar\u00e1 o Planalto a repensar sua estrat\u00e9gia.<\/p>\n<p>O que era para ser apenas a unifica\u00e7\u00e3o da forma de cobran\u00e7a do PIS e da Cofins &#8211; cuja legisla\u00e7\u00e3o tem mais de 1,8 mil p\u00e1ginas, segundo o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper &#8211; corre o risco de virar, tamb\u00e9m, um aumento nas al\u00edquotas dos dois tributos.<\/p>\n<p>Na semana passada, 18 anos ap\u00f3s o in\u00edcio do julgamento, os ministros do Supremo decidiram que o ICMS n\u00e3o comp\u00f5e o faturamento das empresas e, portanto, n\u00e3o deve fazer parte da base de c\u00e1lculo de PIS e Cofins. Uma vit\u00f3ria para as empresas, que sempre contestaram a cobran\u00e7a em cascata. E uma perda bilion\u00e1ria para o governo.<\/p>\n<p>O Tesouro deixar\u00e1 de arrecadar perto de R$ 20 bilh\u00f5es por ano, quase 8% da arrecada\u00e7\u00e3o com esses dois tributos, que somou R$ 264 bilh\u00f5es em 2016. E pode perder mais no futuro: se PIS e Cofins n\u00e3o podem incidir sobre o ICMS, tamb\u00e9m fica amea\u00e7ada sua incid\u00eancia sobre outros tributos.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio da Fazenda j\u00e1 pensava em elevar PIS\/Cofins sobre combust\u00edveis e eventualmente subir outros impostos, para cumprir a meta fiscal. A decis\u00e3o do STF abriu um novo rombo a ser coberto.<\/p>\n<p>\u201cO governo ter\u00e1 de trazer \u00e0 tona essa discuss\u00e3o: vai perder essa arrecada\u00e7\u00e3o ou vai recuper\u00e1-la com uma nova al\u00edquota?\u201d, questiona Roberto Nogueira Ferreira, consultor da presid\u00eancia da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC). Autor do livro \u201cA Reforma Essencial II &#8211; Esque\u00e7am a Reforma Tribut\u00e1ria\u201d, ele acompanha h\u00e1 d\u00e9cadas as tentativas de mudar a estrutura de impostos do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\nSimplifica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o rev\u00e9s no Supremo, integrantes do governo disseram que continua em p\u00e9 o plano de apresentar a reforma do PIS\/Cofins em at\u00e9 60 dias. A ideia de unificar os regimes n\u00e3o surgiu agora. Desde 2012 o governo fala em acabar com a modalidade \u201ccumulativa\u201d (que tem al\u00edquotas menores, mas incide sobre todo o faturamento) e levar todas as empresas para a \u201cn\u00e3o cumulativa\u201d (que tem al\u00edquotas mais altas mas permite o uso de cr\u00e9ditos fiscais).<\/p>\n<p>\u00c9 curioso chamar isso de simplifica\u00e7\u00e3o porque \u00e9 mais f\u00e1cil calcular o imposto no regime cumulativo do que no n\u00e3o cumulativo, que desde sempre op\u00f5e empresas e Receita Federal em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s despesas que podem ou n\u00e3o ser abatidas da base de c\u00e1lculo do imposto.<\/p>\n<p>Para especialistas, no entanto, um regime n\u00e3o cumulativo &#8211; desde que bem formulado &#8211; \u00e9 a melhor op\u00e7\u00e3o, pois cobra imposto apenas sobre o valor que a empresa agregou a um bem ou servi\u00e7o. E a promessa do governo \u00e9 de ampliar o direito a cr\u00e9ditos.<\/p>\n<p>\u201cDo ponto de vista da qualidade do sistema tribut\u00e1rio, o caminho \u00e9 o correto. A cumulatividade \u00e9 nociva \u00e0 competitividade\u201d, diz Ferreira, da CNC. \u201cH\u00e1 estudos que evidenciam um diferencial de pre\u00e7os da ordem de 10% entre produtos feitos no Brasil e em pa\u00edses concorrentes apenas pelo efeito da cumulatividade tribut\u00e1ria.\u201d<\/p>\n<p>Carga de tributos sobre servi\u00e7os vai subir<\/p>\n<p>O governo sustenta que a unifica\u00e7\u00e3o de PIS e Cofins no regime n\u00e3o cumulativo, permitindo \u00e0s empresas usar mais cr\u00e9ditos fiscais, n\u00e3o vai alterar a carga tribut\u00e1ria nacional. Mas, para se chegar a essa \u201cneutralidade\u201d, alguns setores v\u00e3o ganhar e outros, perder.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a pode aliviar um pouco a carga da ind\u00fastria e de parte do com\u00e9rcio. Mas tende a aumentar o peso dos impostos no setor de servi\u00e7os, que t\u00eam poucos cr\u00e9ditos a abater.<\/p>\n<p>Segundo estimativa divulgada em 2015 por Gilberto Amaral, coordenador de estudos do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributa\u00e7\u00e3o (IBPT), a reforma vai elevar arrecada\u00e7\u00e3o federal em R$ 50 bilh\u00f5es, afetando 1,5 milh\u00e3o de empresas e pondo em risco 2 milh\u00f5es de empregos.<\/p>\n<p>\u201cSe o governo quer fazer a reforma via medida provis\u00f3ria, \u00e9 porque vem aumento de carga a\u00ed\u201d, diz S\u00e9rgio Approbato Machado J\u00fanior, diretor da Fenacon, que representa empresas de servi\u00e7os cont\u00e1beis. \u201c\u00c9 um absurdo, ainda mais neste momento. Os custos est\u00e3o subindo, as empresa est\u00e3o perdendo clientes.\u201d<\/p>\n<p>Para o presidente do IBPT, Jo\u00e3o Eloi Olenike, a unifica\u00e7\u00e3o dos regimes do PIS\/Cofins s\u00f3 \u00e9 aceit\u00e1vel se o setor de servi\u00e7os puder abater, da base de c\u00e1lculo, todos os gastos, incluindo a folha de pagamento. \u201cSe n\u00e3o houver cr\u00e9dito irrestrito, n\u00e3o d\u00e1 para aceitar essa mudan\u00e7a\u201d, diz.<\/p>\n<p>Simplificar ou aumentar?<\/p>\n<p>O governo diz que quer simplificar o PIS e a Cofins. As empresas desconfiam: na \u00faltima vez que mexeu nesses tributos, o Planalto aumentou a carga tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p>O que s\u00e3o<\/p>\n<p>PIS e Cofins s\u00e3o contribui\u00e7\u00f5es cobradas sobre o faturamento das empresas. Os dois tributos s\u00e3o destinados ao financiamento da Seguridade Social (Assist\u00eancia Social, Sa\u00fade e Seguridade).<\/p>\n<p>Como \u00e9 feito o c\u00e1lculo<\/p>\n<p>At\u00e9 2002<\/p>\n<p>Ambos eram cumulativos, ou seja, incidiam sobre toda a receita operacional das empresas, com al\u00edquotas de 0,65% (PIS) e 3% (Cofins).<\/p>\n<p>2002<\/p>\n<p>O governo criou o PIS n\u00e3o cumulativo, que permite o uso de cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios. A al\u00edquota \u00e9 maior (1,65%), mas \u00e9 cobrada sobre uma base de c\u00e1lculo menor, pois a empresa pode descontar dessa base algumas despesas, como aluguel de pr\u00e9dios e equipamentos, energia e insumos.<\/p>\n<p>2004<\/p>\n<p>Entrou em vigor a Confins n\u00e3o cumulativa, com al\u00edquota de 7,6%.<\/p>\n<p>O que \u00e9 mais vantajoso para cada empresa?<\/p>\n<p>As que compram muitos insumos em geral optam pelo PIS e Cofins n\u00e3o cumulativos, pois podem abater cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios. \u00c9 o caso da ind\u00fastria, em que os insumos representam em m\u00e9dia 42,3% do pre\u00e7o final.<\/p>\n<p>Quem tem poucos cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios costuma optar pelo PIS e Cofins cumulativos. \u00c9 o caso do setor de servi\u00e7os, em que os insumos que geram cr\u00e9dito fiscal equivalem a apenas 12,3% do pre\u00e7o final.<\/p>\n<p>O que pode mudar?<\/p>\n<p>O governo quer acabar com a modalidade cumulativa. As empresas teriam de obrigatoriamente recolher PIS e Cofins n\u00e3o cumulativos. Ou seja, pagando as al\u00edquotas mais altas, mas apenas sobre o valor agregado.<\/p>\n<p>A ideia do governo \u00e9 come\u00e7ar a mudan\u00e7a pelo PIS, observar os resultados e depois aplicar a nova regra tamb\u00e9m para a Cofins.<\/p>\n<p>Para a ind\u00fastria, que j\u00e1 est\u00e1 no regime n\u00e3o cumulativo, nada muda. Se o governo ampliar o direito a cr\u00e9ditos, a carga tribut\u00e1ria do setor pode at\u00e9 cair um pouco.<\/p>\n<p>Por outro lado, prestadoras de servi\u00e7os tendem a sofrer um aumento de carga tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p>Fonte: FENACON<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Se o governo quer fazer via medida provis\u00f3ria, \u00e9 porque vem aumento\u201d, diz diretor da Fenacon O governo Temer parecia disposto a simplificar o pagamento de impostos, sem mexer &#8211; para mais nem para menos &#8211; na carga tribut\u00e1ria. 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